Pular para o conteúdo principal

Sacrifícios

Não precisamos inventar sacrifícios ou busca-los. É suficiente, acolher os sacrifícios que a vida nos apresenta a cada dia. Àqueles sacrifícios que batem na porta da nossa casa, da nossa vida, da nossa missão. Sim, estes sacrifícios que não são escolhidos por nós, mas são dados, ofertados pela vida... pela nossa realidade... Sim, estes sacrifícios! 
Que São Maximiliano Maria Kolbe nos ensine a amar o sacrifício.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Uma escuta respeitosa e amorosa

 "O que as pessoas mais desejam é alguém que as escute de maneira calma e tranquila. Em silêncio. Sem dar conselhos. Sem que digam: "se eu fosse você". A gente ama não é a pessoa que fala bonito. É a pessoa que escuta bonito. A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina. Não aprendi isso nos livros. Aprendi prestando atenção". - Rubem Alves

Rio Grande do Sul...

 Manhã fria, manhã gelada,  O sol tá querendo dar as caras, Nessa sexta-feira, Alguns estados 38 °  Em outros estados uma aguaceira, Deus nos deixou a mais bela, natureza, Essas mudanças climáticas, É o homem na sua pobreza de não se preocupar, Consigo mesmo e a geração que vai chegar, Ruas, avenidas, inundadas, O rio entrou onde achou que era sua casa, Caminhão virado, Árvores em cima das casas, Um cavalo no telhado, Uma vaca no altar, Vidas perdidas e as famílias a chorar, O povo unido, o Brasil querido, De todos os cantos todo mundo sendo solidário e doando, A natureza, não avisa os seus planos, Mas os estudiosos estão sempre alertando, As autoridades, por um ouvido entra e aí mesmo no outro saí, Como se não estivesse escutando, Muita gente, defendendo e lutando, Oremos a Deus para os rios, irem baixando, As famílias possam ir voltando, Recomeçar não é fácil, Mas todo brasileiro e brasileira é guerreira e guerreiro nato, Impressionante a foto lá do alto, Água em todo o...

Escrever para dar sentido à vida

"Pois ao lado da escolha por escrever para dar sentido à vida está presente igualmente a pulsão pela escrita de si para salvar-se da morte. Quem escreve um diário busca, além de entender-se e ao mundo que o rodeia, colocar-se protegido do caos e do tempo que passa, inexorável. E assim, como afirma Maurice Blanchot, `salvar o vivido no escrito e salvar a vida mediante a escrita´. [...]” . (Maria Clara Lucchetti Bingemer)